
Apesar de se repetir pelo quarto ano consecutivo o seu campeão, a Nascar teve um ano produtivo e movimentado. Polêmicas, mudança de regras, decepções e consagrações marcaram a temporada. Tentei aqui fazer um balanço de acordo com o que acompanhei:
Consagração I: Hendrick Motorsports. Esta equipe conseguiu ter os três primeiros colocados do campeonato. Além disso, o time de Tony Stewart tem assessoria técnica do time. Na prática, foram ao todo cinco dentre os 12 pilotos no Chase. Foi barbada apostar qual equipe seria vencedora.
Consagração II: Chevrolet. Deu um banho nas outras montadoras. Além de fornecer os motores da Hendrick, viu Juan Pablo Montoya melhorar seu rendimento substancialmente nesta temporada. Mesmo com a evolução do estilo de pilotagem do colombiano na categoria, falou alto também a adesão aos motores da GM.
Consagração III: Jimmie Johnson e Chad Knaus. Praticamente uma dupla perfeita. Apesar de algumas vezes os mecânicos cometerem erros graves nos pits, o acerto dos carros eram praticamente perfeito. Isso aliado à competência de JJ fez dele o primeiro tetracampeão seguido da história da Nascar.
Meio termo I: Kyle Busch. Muitos acham que foi um ano ruim pra ele. Mas acredito que não foi bem assim. Sua equipe na Sprint Cup bateu cabeça, ele perdeu a paciência algumas vezes, mas com um saldo de 20 vitórias no ano nas três categorias que competiu e o título da Nationwide consolou o Buschinho. Mas o mais importante de tudo foi o aprendizado que ficou de 2009. Ano que vem teremos briga boa!
Meio termo II: Nascar. Jogada de mestre ao modificar a regra das relargadas. As corridas ficaram muito mais emocionantes. Mas pisou feio na bola com as medidas de “segurança” equivocadas em Talladega e algumas punições e “vistas grossas” a pilotos que batiam propositalmente em seus colegas.
Decepção I: Carl Edwards. Quando se esperava algo a mais do vice campeão de 2008 eis que ele tem um ano completamente apático. Não incomodou Kyle Busch na Nationwide Series e fez uma temporada burocrática na Sprint Cup. Classificou-se para o Chase mas não conseguiu uma vitória sequer na principal divisão.
Decepção II: Ford. Principalmente para a equipe de Jack Roush. Carl Edwards pode dar a desculpa da equipe, mas os outros pilotos da equipe deixaram muito a desejar. Coincidência? Não mesmo. Ficaram muito atrás dos Chevrolet e provavelmente atrás até dos Dodges.
Decepção III: Equipe Richard Childress. O que fizeram Clint Bowyer, Kevin Harvick, Jeff Burton e Casey Mears? Imperdoável, pois eles contaram com motores Chevrolet, já exaltado por este blogueiro.
Decepção IV: Dale Earnhardt Jr. Mesmo pertencendo a melhor equipe, com o melhor motor e com a maior popularidade, ele não conseguiu nem dar esperanças aos seus inúmeros torcedores. Na metade final do campeonato trocou seu chefe dos mecânicos, que pouco trouxe influência.
Surpresa: Os estrangeiros. Principalmente Juan Pablo Montoya deu um passo adiante na sua carreira na Nascar. Graças à sua paciência em aprender a ser mais constante nas corridas ao invés de ir para o tudo ou nada. Contou com um ótimo carro e chegou pela primeira vez ao Chase. Dentre os pilotos que não venceram nenhuma etapa este ano, Montoya foi o melhor. Outra surpresa foi o australiano Marcos Ambrose. Ele não chegou aos playoffs, mas deu trabalho a muita gente boa e mostrou grata evolução na categoria. Promete brigar com mais afinco para ir às finais em 2010.
Consagração I: Hendrick Motorsports. Esta equipe conseguiu ter os três primeiros colocados do campeonato. Além disso, o time de Tony Stewart tem assessoria técnica do time. Na prática, foram ao todo cinco dentre os 12 pilotos no Chase. Foi barbada apostar qual equipe seria vencedora.
Consagração II: Chevrolet. Deu um banho nas outras montadoras. Além de fornecer os motores da Hendrick, viu Juan Pablo Montoya melhorar seu rendimento substancialmente nesta temporada. Mesmo com a evolução do estilo de pilotagem do colombiano na categoria, falou alto também a adesão aos motores da GM.
Consagração III: Jimmie Johnson e Chad Knaus. Praticamente uma dupla perfeita. Apesar de algumas vezes os mecânicos cometerem erros graves nos pits, o acerto dos carros eram praticamente perfeito. Isso aliado à competência de JJ fez dele o primeiro tetracampeão seguido da história da Nascar.
Meio termo I: Kyle Busch. Muitos acham que foi um ano ruim pra ele. Mas acredito que não foi bem assim. Sua equipe na Sprint Cup bateu cabeça, ele perdeu a paciência algumas vezes, mas com um saldo de 20 vitórias no ano nas três categorias que competiu e o título da Nationwide consolou o Buschinho. Mas o mais importante de tudo foi o aprendizado que ficou de 2009. Ano que vem teremos briga boa!
Meio termo II: Nascar. Jogada de mestre ao modificar a regra das relargadas. As corridas ficaram muito mais emocionantes. Mas pisou feio na bola com as medidas de “segurança” equivocadas em Talladega e algumas punições e “vistas grossas” a pilotos que batiam propositalmente em seus colegas.
Decepção I: Carl Edwards. Quando se esperava algo a mais do vice campeão de 2008 eis que ele tem um ano completamente apático. Não incomodou Kyle Busch na Nationwide Series e fez uma temporada burocrática na Sprint Cup. Classificou-se para o Chase mas não conseguiu uma vitória sequer na principal divisão.
Decepção II: Ford. Principalmente para a equipe de Jack Roush. Carl Edwards pode dar a desculpa da equipe, mas os outros pilotos da equipe deixaram muito a desejar. Coincidência? Não mesmo. Ficaram muito atrás dos Chevrolet e provavelmente atrás até dos Dodges.
Decepção III: Equipe Richard Childress. O que fizeram Clint Bowyer, Kevin Harvick, Jeff Burton e Casey Mears? Imperdoável, pois eles contaram com motores Chevrolet, já exaltado por este blogueiro.
Decepção IV: Dale Earnhardt Jr. Mesmo pertencendo a melhor equipe, com o melhor motor e com a maior popularidade, ele não conseguiu nem dar esperanças aos seus inúmeros torcedores. Na metade final do campeonato trocou seu chefe dos mecânicos, que pouco trouxe influência.
Surpresa: Os estrangeiros. Principalmente Juan Pablo Montoya deu um passo adiante na sua carreira na Nascar. Graças à sua paciência em aprender a ser mais constante nas corridas ao invés de ir para o tudo ou nada. Contou com um ótimo carro e chegou pela primeira vez ao Chase. Dentre os pilotos que não venceram nenhuma etapa este ano, Montoya foi o melhor. Outra surpresa foi o australiano Marcos Ambrose. Ele não chegou aos playoffs, mas deu trabalho a muita gente boa e mostrou grata evolução na categoria. Promete brigar com mais afinco para ir às finais em 2010.
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